Prevenção do Abandono Escolar

O CESSIT foi um projeto financiado pela Comissão Europeia (Programa Grundtvig), com atividades planeadas em 6 países europeus: Áustria, República Checa, Irlanda, Letónia, Polónia e Portugal.

 Este manual, aqui apresentado, ambiciona apoiar os formadores a melhorar a sua abordagem pedagógica e a aumentar a atratividade e eficácia da educação de adultos.

Todas as boas práticas apresentadas neste manual são descritas em detalhe, potenciando a sua aplicação directa em sessões de formação. Não hesite em experimentá-las!

(Clique na imagem e aceda ao manual)

Apresentação do projeto no youtube

 
Posted by Rosário Santos 
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Portugal classificado na escala mais elevada (“High”)

 

Segundo o  relatório “Further measures to implement the action plan on adult learning: Updating the existing inventory on validation of non-formal and informal learning: Final report” Portugal é um dos cinco países classificados na escala mais elevada (“High”) no que respeita ao nível de desenvolvimento em matéria de validação de aprendizagens não formais e informais.

Esta posição deve-se ao desenvolvimento do Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, no âmbito das políticas de redução do défice de qualificação da população adulta, levadas a cabo pela Iniciativa Novas Oportunidades, lançada em 2005.

O relatório refere o facto de o Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências ter sido criado, em Portugal, em 2001, representando agora uma parte importante das medidas implementadas, tendo em atenção o cumprimento dos objetivos estabelecidos pela Iniciativa Novas Oportunidades, designadamente o aumento do nível de qualificação da população portuguesa até ao 12.º ano de escolaridade.

Esta publicação avaliou o “estado da arte” da implementação de medidas e políticas de validação de aprendizagens informais e não formais em 34 países, sendo acompanhado por relatórios individuais, da responsabilidade do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP) de cada um desses países.

Na classificação mais elevada da escala, foram incluídos países com práticas estabilizadas nos domínios da validação de conhecimentos obtidos em contextos informais e não formais, na maioria dos sectores de aprendizagem, e com um quadro nacional legislativo significativo nesta matéria.

A par de Portugal, ocupam esta posição a Finlândia, a França, a Holanda e a Noruega.

Abaixo de Portugal, na categoria seguinte (“medium-high”) foram posicionados países como a Dinamarca, a Alemanha, a Roménia, Espanha, Suécia e o Reino Unido.
A tabela previu ainda as classificações “medium-low” e “low”.

Para leitura integral dos relatórios de cada país deve aceder:
http://www.cedefop.europa.eu/EN/bibliographies/18212.aspx

Fonte: Site ANQ

Posted by Rosário Santos

Foi recentemente elaborado um RELATÓRIO, “Adultos em Educação Formal: Politicas e Práticas na Europa”  na sequência do Plano de Ação para a Educação de Adultos “É sempre um bom momento para aprender” (Comissão Europeia, 2007).

O documento inclui análise de dados estatísticos relacionados com os níveis de escolaridade da população europeia e com a participação dos adultos na educação e formação e também clarifica os conceitos de educação formal de adultos e de formação.

O relatório Eurydice reflete sobre várias questões-chave enfrentadas pelos países europeus, tais como:

  • Como é que os sistemas nacionais proporcionam aos adultos oportunidades de dar “um passo mais à frente” e melhorar os seus níveis de escolaridade;
  • Como enfrentam desafios muito diferentes para melhorar o nível educacional da sua população adulta;
  • Em que medida são garantidas oportunidades de aprendizagem flexível para aqueles que retomam a educação formal;
  • Que estratégias são postas em prática a fim de incentivar os adultos a retomar o ensino superior;
  • Que medidas financeiro apoiam a participação dos adultos na educação formal e formação.
Pode aceder ao documento em inglês:
Adults in Formal Education: Policies and Practice in Europe
E em francês:
L’éducation formelle des adultes en Europe: politiques et mise en oeuvre
Fonte: Direito de Aprender
 
Posted  by Rosário Santos

Iniciativa Novas Oportunidades – Avaliação externa

Muito se tem falado, nestes últimos tempos, na Iniciativa das Novas Oportunidades.

No âmbito do Estudo de Avaliação Externa do Eixo Adultos da Iniciativa Novas Oportunidades (2009-2010), realizado por uma equipa de investigação da Universidade Católica Portuguesa coordenada pelo Eng. Roberto Carneiro, encontra-se para consulta neste blogue, o  RELATÓRIO que integra os principais resultados, conclusões e recomendações referentes ao segundo ano de investigação e avaliação.

Este documento constitui  uma oportunidade de reflexão e de debate por parte dos principais operadores do Sistema Nacional de Qualificações. Parceiros sociais e inúmeras empresas consideram-na uma aposta indispensável e um investimento no capital humano, determinante na produtividade e desempenho de qualquer organização.

Convém recordar, que todos os Estados-Membros da União Europeia, definiram estratégias no sentido de pôr em prática políticas coerentes de aprendizagem ao longo da vida, assentes em módulos constitutivos determinados em função de 4 eixos: a cidadania activa, a realização pessoal, a empregabilidade e a inclusão social.

 A Iniciativa  Novas  Oportunidades procura, efectivamente, responder às solicitações da União Europeia no âmbito dos 4 eixos. É aceitável pensar, que mais e melhor se pode fazer.

Decisivo, será assegurar no futuro uma formação de qualidade que possa responder às novas exigências do mundo do trabalho e tornar o país mais competitivo.

 

Posted by Rosário Santos
 

Relatório PISA da OCDE

PISA (Programme for International Student Assessment) é o estudo que foi lançado pela OCDE (Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Económico), em 1997.

Os resultados obtidos nesse estudo permitem monitorizar, de três em três anos, os resultados dos sistemas educativos em termos do desempenho dos alunos, segundo técnicas aceites internacionalmente. Os resultados do PISA constituem um dos critérios utilizados, por organizações  internacionais, na caracterização do estado de desenvolvimento dos países participantes.

Os resultados dos estudos PISA são tomados como referência para verificar o desenvolvimento obtido nas competências–chave definidas na Estratégia 2020, da União Europeia, e nas Metas Educativas 2021, da Organização de Estados Ibero-americanos (OIE), sendo Portugal país promotor destas estratégias de desenvolvimento.

 A amostra Portuguesa incluiu 6298 alunos, é  considerada representativa  dos alunos portugueses com a idade de 15 anos, que frequentam entre o 7.º e o 11.º ano de escolaridade. Os resultados permitem avaliar em que medida a escola contribui para o desenvolvimento das competências dos alunos em leitura, em matemática e em ciências. 

Os resultados dos alunos portugueses no PISA 2009 revelam a mais expressiva melhoria nas três áreas avaliadas – leitura, matemática e ciências -, desde que Portugal participa no Programa de Avaliação Internacional de Estudantes (PISA).

Entre 2006, data da última avaliação do PISA, e 2009 verificaram-se progressos consideráveis nos resultados de Portugal.

Portugal tem desigualdades de rendimentos relativamente importantes e um dos níveis mais baixos de educação superior na população activa. Calcula-se que a produtividade por hora em Portugal poderia ser 14,4 por cento mais alta se a população activa tivesse o mesmo nível de educação que os Estados Unidos”, assinala o relatório.

O documento sublinha também que as reformas levadas a cabo desde 2005 são baseadas no conceito de que “melhorias na eficácia e na qualidade do sistema de educação dependem de maior equidade”.

Importa  destacar que a China atingiu as maiores pontuações em todas as áreas avaliadas pela OCDE e é ainda o país com maior número de alunos classificados como nível 5 e 6, as maiores notas que podem ser atribuídas no relatório. Os índices chineses para leitura, matemática e ciência são de 556, 600 e 575 pontos, respectivamente. As médias da OCDE é para essas áreas são: 492, 496 e 501. Na Alemanha, os alunos atingiram 497 pontos em leitura, 513 em matemática e 520 em ciências.

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Fonte – documentos em pdf : Site  Governo de Portugal 

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Posted by Rosário Santos

“Buy Nothing Day” – Dia Mundial sem Compras

Comemora-se hoje o DIA MUNDIAL SEM COMPRAS, oficialmente  chamado de “Buy Nothing Day”. Este movimento mundial pelo Consumo  visa chamar a atenção para o excesso provocado pelo consumo irracional. A ideia surgiu em 1992 pela mão do artista canadiano, Ted Dave, e é um alerta aos consumidores para os excessos provocados pelo consumo irracional que se traduz em consequências para as famílias e também para o meio ambiente.,

Segundo o relatório Estado do Mundo – 2010, hoje, existe um padrão mundial de produção e consumo insustentável. Para se ter uma ideia, a humanidade já consome 30% a mais de recursos naturais do que a Terra é capaz de repor.

Pior ainda, é  apenas 16% da população mundial (o que representa cerca de 1 bilhão de pessoas), apropriar-se de  78% desses recursos. O restante , 22%  é dividido por 84% da população (5,8 bilhões de pessoas).

Está na hora, há que mudar, hábitos e valores, fazendo uso de uma ferramenta poderosa a EDUCAÇÃO. Aumentar a consciencialização sobre sustentabilidade é inevitável. Devemos, todos juntos, mobilizar esforços promovendo a mudança construindo uma sociedade mais justa fundamentada em prioridades humanas e ambientais.

Não deixe de consultar  o relatório sobre o  Estado do Mundo – 2010, do Consumismo  à Sustentabilidade.

 ( Clique na imagem para aceder ao documento em pdf )
Este relatório é um documento produzido anualmente pelo Worldwatch Institute (WWI) – organização com sede em Washington (EUA) – o “Estado do Mundo”  “oferece”  anualmente um balanço com números actualizados e reflexões sobre as questões ambientais. Na edição de 2010, o Instituto Akatu fez a tradução do relatório para o português ( do Brasil ).
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Este RELATÓRIO pode ser integrado como recurso útil no que diz respeito à aquisição e desenvolvimento de competências nas seguintes áreas:

  • Cidadania e Profissionalidade ( CP);
  • Sociedade Tecnologia e Ciência ( STC ) no âmbito do núcleo gerador UC2 – Ambiente e sustentabilidade.

Posted by, Rosário Santos

Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010 – “Do conflito e crise à renovação: gerações da mudança”

 

O relatório do UNFPA – “Do conflito e crise à renovação: gerações da mudança” – vincula paz, segurança e desenvolvimento com os direitos e empoderamento das mulheres. Este documento teve como base a resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

As mulheres têm uma grande capacidade em superar cenários de conflito armado ou desastres naturais e são uma ajuda importante na fase de renovar e reconstruir as sociedades.

Estas são algumas das principais conclusões do relatório sobre a Situação da População Mundial 2010, do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), divulgado em todo o mundo.

Em declarações à Agência Lusa, Tânia Patriota, a representante do UNFPA para a apresentação do relatório em Portugal sublinhou que “as mulheres quanto têm os direitos e as oportunidades, numa sociedade que as respeita, tornam-se mais resistentes ao desastre e ao conflito”.

Nesse sentido, o relatório pretende transmitir três grandes mensagens:

  • A importância da resistência das mulheres em superar as crises,
  • A importância de se reconstruir as sociedades com a ajuda das mulheres
  • Equidade entre homens e mulheres é uma das bases para uma sociedade que seja protegida ou menos vulnerável à crise.

Segundo Tânia Patriota, o documento mostra “a importância do papel da mulher durante e depois dos conflitos mas também como evitar que os conflitos causem um sofrimento muito profundo às mulheres, como se tem visto na maioria dos países onde as mulheres têm sido as vítimas mais atingidas”.

Convém referir que este Relatório foi elaborado com a ajuda de testemunhos que a UNFPA recolheu no último ano e meio em países palco de conflitos e catástrofes naturais como a Bósnia-Herzegóvina, Haiti, Jordânia, Libéria, território palestiniano ocupado, Timor-leste e Uganda.

Para a próxima década, alguns desafios foram definidos como cruciais:

  • Tornar a reestruturação planetária socialmente sustentável;
  • Acabar com a impunidade dos crimes contra a mulher;
  • Fortalecer o compromisso das nações para conter esse tipo de violência;
  • Promover a valorização e a participação feminina no poder político.

Consulte, aqui, o documento na íntegra.

 

O relatório do UNFPA pode ser integrado como recurso útil no que diz respeito à aquisição e desenvolvimento de competências nas seguintes áreas:

  • Cidadania e Profissionalidade ( CP);
  • Sociedade Tecnologia e Ciência ( STC ).
Posted by Rosário Santos