Foi recentemente elaborado um RELATÓRIO, “Adultos em Educação Formal: Politicas e Práticas na Europa”  na sequência do Plano de Ação para a Educação de Adultos “É sempre um bom momento para aprender” (Comissão Europeia, 2007).

O documento inclui análise de dados estatísticos relacionados com os níveis de escolaridade da população europeia e com a participação dos adultos na educação e formação e também clarifica os conceitos de educação formal de adultos e de formação.

O relatório Eurydice reflete sobre várias questões-chave enfrentadas pelos países europeus, tais como:

  • Como é que os sistemas nacionais proporcionam aos adultos oportunidades de dar “um passo mais à frente” e melhorar os seus níveis de escolaridade;
  • Como enfrentam desafios muito diferentes para melhorar o nível educacional da sua população adulta;
  • Em que medida são garantidas oportunidades de aprendizagem flexível para aqueles que retomam a educação formal;
  • Que estratégias são postas em prática a fim de incentivar os adultos a retomar o ensino superior;
  • Que medidas financeiro apoiam a participação dos adultos na educação formal e formação.
Pode aceder ao documento em inglês:
Adults in Formal Education: Policies and Practice in Europe
E em francês:
L’éducation formelle des adultes en Europe: politiques et mise en oeuvre
Fonte: Direito de Aprender
 
Posted  by Rosário Santos

Iniciativa Novas Oportunidades – Avaliação externa

Muito se tem falado, nestes últimos tempos, na Iniciativa das Novas Oportunidades.

No âmbito do Estudo de Avaliação Externa do Eixo Adultos da Iniciativa Novas Oportunidades (2009-2010), realizado por uma equipa de investigação da Universidade Católica Portuguesa coordenada pelo Eng. Roberto Carneiro, encontra-se para consulta neste blogue, o  RELATÓRIO que integra os principais resultados, conclusões e recomendações referentes ao segundo ano de investigação e avaliação.

Este documento constitui  uma oportunidade de reflexão e de debate por parte dos principais operadores do Sistema Nacional de Qualificações. Parceiros sociais e inúmeras empresas consideram-na uma aposta indispensável e um investimento no capital humano, determinante na produtividade e desempenho de qualquer organização.

Convém recordar, que todos os Estados-Membros da União Europeia, definiram estratégias no sentido de pôr em prática políticas coerentes de aprendizagem ao longo da vida, assentes em módulos constitutivos determinados em função de 4 eixos: a cidadania activa, a realização pessoal, a empregabilidade e a inclusão social.

 A Iniciativa  Novas  Oportunidades procura, efectivamente, responder às solicitações da União Europeia no âmbito dos 4 eixos. É aceitável pensar, que mais e melhor se pode fazer.

Decisivo, será assegurar no futuro uma formação de qualidade que possa responder às novas exigências do mundo do trabalho e tornar o país mais competitivo.

 

Posted by Rosário Santos
 

Novo Plano de Acção Europeu para a Educação de Adultos

Cerca de 250 especialistas oriundos de toda a Europa, encontraram-se, em meados de Março na cidade de Budapeste, para discutir o futuro da estratégia europeia de educação de adultos.

A finalidade da educação de adultos não é apenas a empregabilidade, um facto que se tornou claríssimo em Budapeste. A formação inicial, de há muito tempo para cá, não tem sido suficiente para dar resposta às necessidades de uma sociedade moderna.

Ficou, também,  claro em Budapeste, que o novo plano de acção, que será desenvolvido no próximo Verão,  aponte para novos compromissos com o reforço da cidadania activa a ter um papel preponderante a integração de imigrantes. A ética, a solidariedade, a protecção ambiental, o aconselhamento, a incorporação das universidades, ofertas para as gerações mais velhas fora do mundo do trabalho, o reforço dos centros regionais de aprendizagem ou a melhoria da formação dos educadores de adultos, são novos desafios  que devem conduzir cada vez mais a educação contínua  de adultos para a linha da frente.

A aprendizagem ao longo da vida é de facto, uma componente indissociável do esforço em prol da competitividade europeia. É urgente, criar uma  nova cultura onde um maior número de  pessoas possam trabalhar num ambiente que fomente a ideia da Formação ao Longo da Vida e onde seja reconhecida a importância da educação e de uma  aprendizagem contínua.

 

Posted by, Rosário Santos

 

“A Educação de Adultos: uma dupla oportunidade na família”

 A merecer destaque a publicação intitulada, “ A Educação de Adultos: uma dupla oportunidade na família”, coordenada por Lucília Salgado, investigadora e docente na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), que reúne as comunicações apresentadas no I Encontro Internacional de Literacia Familiar, realizado em Novembro de 2009, nas instalações da ESEC.

Sob o tema “As novas potencialidades da educação de adultos na construção do sucesso escolar dos filhos”, esta investigadora apresenta as problemáticas que considera estarem na génese do insucesso escolar das crianças à entrada para o ensino básico, destacando, neste âmbito, a construção da hipótese de que através da educação de adultos (nomeadamente através do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) será possível criar condições de base para o sucesso das crianças a partir da altura em que estas, ainda jovens, iniciam o seu percurso escolar.

Importa salientar, que esta obra encontra-se dividida em três partes:

  • 1 – A Génese do (In) sucesso Escolar: na escola e na família

Estão aqui compiladas as apresentações de vários autores que participaram no Encontro supra referido e que, partindo de uma perspectiva histórica, evocam a escolaridade tardia como uma das razões que explicam os baixos níveis de competências escolares das famílias portuguesas quando comparadas com as dos países considerados desenvolvidos. Para além disso, são ainda evidenciados, nesta primeira parte da publicação, o modo como a literacia na família é portadora de potencialidade da aprendizagem da leitura e da escrita nas crianças, os tipos de motivação, numa perspectiva Piagetiana, para a leitura e escrita e o modo como se desenvolvem as condições prévias para a sua aprendizagem no interior da família.

  • 2 – A Construção do Sucesso Escolar

Neste capítulo  são dados a conhecer dois projectos realizados em Portugal que visam, através da promoção de competências de literacia junto dos pais e dos seus filhos, dar resposta ao insucesso escolar: “Envolver a família no e através do Programa Nacional do Ensino do Português (PNEP)” e “A Ler Vamos?: Um projecto da Câmara Municipal de Matosinhos”.

  • 3 – O Projecto de Escolarização para os Filhos e a Literacia Familiar: contexto e práticas

Nesta última parte, são apresentados textos que incidem sobre a importância da educação de adultos, nomeadamente do processo de RVCC desenvolvido nos Centros Novas Oportunidades, que facilita e potencia a introdução de hábitos e práticas de leitura e de escrita na família, duas vertentes fundamentais na aprendizagem da linguagem escrita no início da escolaridade. A isto se junta a tentativa de compreender se o adulto que realizou um processo de RVCC modifica a sua interacção com os filhos e em que medida as novas competências e conhecimentos adquiridos permitem que os pais incutam nos filhos valores que passem pela vontade e interesse pela escolarização.

Fonte: Newsletter Novas Oportunidades nº 24

 

Posted by, Rosário Santos

GRUNDTVIG – Promover a educação ao longo da vida

O Programa Grundtvig dirige-se e atende às necessidades de ensino e aprendizagem dos intervenientes em todas as formas de educação para adultos, bem como às necessidades dos estabelecimentos e organizações que oferecem ou promovem essa educação.

A Comissão Europeia publicou na Internet um documento de consulta sobre o próximo Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida para o período 2014-2020. Este programa financia os seguintes programas:

  • Comenius, para as escolas;
  • Erasmus, para o ensino superior;
  • Leonardo da Vinci, para formação e a educação profissionais;
  • Grundtvig, para a educação de adultos.

O orçamento do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida é de mais de mil milhões de euros e financia milhares de projectos, de associações e de oportunidades de mobilidade. Contudo, menos de 5% do orçamento será afectado ao Programa Grundtvig para a educação de adultos.
Mark Ravenhall, Director de Operações do NIACE, afirmou que “o Programa Grundtvig, apesar de constituir uma pequena parte do orçamento total do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida, é deveras apreciado pelas organizações de educação de adultos porque apoia o desenvolvimento de aprendizagens não formais para adultos”.

Ver notícia em:
http://www.niace.org.uk/news/more-european-funding-needed-for-adults

Para mais informações  deve consultar:
Este programa é, em grande parte, gerido pelas Agências Nacionais a cada um dos países participantes na gestão deste Programa, que promovem a sua gestão asseguram a proximidade directa com os cidadãos nacionais a cada um dos países específicos.
Em Portugal é a Agência Nacional do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida que assume a função da sua gestão.

Posted by, Rosário Santos

ESREA lança a sua revista “RELA”

A Revista Europeia de Investigação sobre o Ensino e Aprendizagem de Adultos (REAL) é uma revista académica, possuindo um fórum para a publicação da investigação crítica sobre a educação de adultos na Europa.

RELA pretende receber artigos originais, de qualidade académica, que analisem a educação e aprendizagem dos adultos a partir de diferentes disciplinas, perspectivas e tradições. Incentiva a diversidade das abordagens teóricas e metodológicas e os contributos de autores de língua não inglesa. Todos os artigos recebidos serão objecto de um processo rigoroso de análise por parte dos colegas da RELA. Clareza e pensamento conciso são condições essenciais para publicação.

O primeiro exemplar da RELA (vol. 1, no. 1-2, Outubro 2010) encontra-se já disponível, contendo uma série de trabalhos de autores de vários países, incluindo nas páginas 17 a 31 um artigo (em inglês) intitulado “Há lugar para a emancipação social nas políticas públicas? Olhando para o futuro da educação de adultos em Portugal”, da autoria de António Fragoso (Universidade do Algarve) e Paula Guimarães (Universidade do Minho).

( clique na imagem para aceder à Revista )
Fonte: O Direito de Aprender
Posted by Rosário Santos

Educação de Adultos: Vida no Currículo e Currículo na Vida

O título escolhido procura sintetizar a ideia-chave em que o nosso “modelo curricular assenta, o qual consiste em assumir que a vida quotidiana se pode constituir em objecto de acção pedagógica e que os conhecimentos e as competências em aquisição fazem ainda mais sentido quando transportados para o dia-a-dia dos formandos.”

A obra está dividida em quatro partes: a primeira apresenta conceitos considerados fundamentais para a compreensão dos processos de educação e formação de adultos; a segunda parte descrimina a metodologia da investigação; a terceira expõe os resultados obtidos e analisa-os em cada uma das dimensões; e, por fim, a quarta parte apresenta as principais conclusões deste estudo.

Pretende-se que esta obra se constitua como uma referência nas práticas de desenvolvimento curricular, em particular no campo de intervenção da educação e formação de adultos

Nota: 1º número da colecção “Perspectivas e Reflexões” publicada pela Agência Nacional para a Qualificação (ANQ).

Posted by, Rosário Santos

A Rede Europeia de Competências Básicas

( clique na imagem para aceder ao site )

“Trata-se de uma Rede recentemente criada, numa Conferência em Oslo (Noruega) entre 2 e 4 de Junho de 2010, que reúne: instituições representando redes no domínio das competências básicas para adultos; departamentos ou agências de decisão política de nível nacional ou regional; centros de investigação e associações nacionais intervenientes na formulação de políticas públicas; associações transnacionais que intervenham nestas matérias.

Os membros da Rede pretendem contribuir para aperfeiçoar as políticas e as práticas com vista à promoção das competências básicas na população europeia, através de: definição de padrões de excelência para políticas nacionais e respectivos efeitos; intercâmbio de exemplos de políticas e práticas promissoras a nível nacional e regional; criação de uma área de conhecimentos comuns graças à troca de resultados de investigações; fomento da cooperação entre actores europeus; maior sensibilização pública sobre questões relevantes; criação de um “banco” comum de recursos; cooperação com actores relevantes de fora da Europa.
De início, a Rede vai concentrar-se em 4 competências básicas:

  • literacia;
  • numeracia;
  • competência informática;
  • comunicação oral.

Outras competências básicas serão acrescentadas à lista logo que a Rede tenha consolidado o seu programa de actividades.”

Participam actualmente na Rede representantes de 20 países europeus e algumas organizações internacionais (como o Instituto UNESCO para a Educação ao Longo da Vida, UIL). A representação portuguesa está a cargo da Agência Nacional para a Qualificação, ANQ, na pessoa de Francisca Simões.

Fonte: Direito de Aprender ( Associação )

Posted by, Rosário Santos

 

2º Encontro de Acompanhamento e Monitorização dos CNO´s

Realizou-se ontem, 9 de Setembro, na Escola Secundária Marques de Castilho de Águeda  o 2º  Encontro de Acompanhamento e Monitorização dos CNO´s  pertencentes à NUT III – Baixo Vouga. Estiveram presentes todos os Centros de Novas Oportunidades representados pelos respectivos Coordenadores, Técnicos de Diagnóstico e Encaminhamento, Profissionais de RVCC e Formadores.

 Após a abertura oficial do encontro pelo Director da Escola Secundária foram apresentados em plenário os indicadores da NUT III – Baixo Vouga pelo Eng. Carlos Silva. Seguiram-se workshops de discussão formados de acordo com as funções dos vários elementos das equipas presentes que debateram assuntos ligados às suas áreas de trabalho tais como, organização interna, estratégias para cumprimento das metas, constrangimentos dos referenciais de competência-chave, parcerias estabelecidas, metodologias de balanço de competências,  estratégias de implementação da metodologia de diagnóstico e encaminhamento e  metodologias utilizadas para a efectivação da articulação desejada entre  Profissionais de RVC, Formadores e Técnicos de Diagnóstico e Encaminhamento.

Como conclusão final e em plenário foram apresentadas de forma sintética e objectiva, recomendações, sugestões e posições  concertadas por cada um dos grupos de trabalho para serem dadas a conhecer à ANQ.

Saliento o contributo dado pelo nosso Centro, Centro Antuã, como sendo um exemplo de boas práticas na qualificação da população adulta do Concelho de Estarreja.

Posted by Rosário Santos

Portal eLearningeuropa.info

 Clique na imagem para aceder ao portal

Portal elearningeuropa.info

Este portal  é uma iniciativa da Direcção-geral para a Educação e Cultura da Comissão Europeia, e tem como objectivo promover a utilização das TIC na aprendizagem ao longo da vida.

O portal divide-se em quatro serviços de base:
1. Índice: disponibiliza um vasto leque de materiais de e-learning e de fontes de informação provenientes de toda a Europa.
2. Comunidade: é um espaço onde os profissionais de e-learning podem analisar e debater temas, divulgar e pesquisar informação ou ideias relevantes para as tarefas e necessidades do seu dia a dia.
3. Newsletter: fornece, mensalmente, informações sobre temas da actualidade, convites à apresentação de candidaturas em aberto, acontecimentos previstos e recursos e-learning.
4.  eLearning Papers:  é uma publicação digital sobre e-learning.

Marília Teixeira – Formadora de STC

Dia Mundial da Terra

O Dia Mundial da Terra, comemorado hoje, está a ser assinalado um pouco por todo o mundo. O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de Abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.

A Terra, nosso lar, é viva como uma comunidade de vida incomparável. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade de vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todos os povos. A protecção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.”

Os dados mais recentes apontam para a temperatura em todo o mundo estar a aumentar graças ao dióxido de carbono que os homens enviam todos os dias para a atmosfera. O alerta chega da comunidade científica que é bem clara ao afirmar que este aumento de temperatura irá provocar até ao ano de 2050 a extinção de milhares de espécies animais.

Mas há mais avisos e todos eles preocupantes. As águas dos oceanos vão subir e provocar grandes inundações em diversos pontos do planeta e daí que muitas das cidades que se encontram em zonas costeiras sejam alvo de risco sério de destruição.

Outro dos alertas que surge neste Dia Mundial da Terra tem a ver com as doenças tropicais que devem aumentar em larga escala e dar origem a um surto de epidemias, mesmo em regiões onde este tipo de doenças já foi erradicado.

Convém também ressaltar, que muitos dos problemas com que nos confrontamos resultam da falta de espírito colectivo que, pressupostamente, deveria ser uma consequência directa do desenvolvimento.

A sociedade globalizada que reclamamos, estimula e instiga a um liberalismo desenfreado e um egoísmo sem limites.  O Dia Mundial da Terra luta por uma economia livre de carbono e por um consumo responsável. O consumo responsável consiste em ter em conta as repercussões sociais, económicas e ambientais no momento de fazer diferentes opções de consumo. A ideia base que deve presidir a um consumo responsável é ter em conta o seu impacto, consumindo com consciência da proveniência, qualidade e condições da produção.

Para um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada, devemos todos pensar no bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. A ideia é «consumir sem destruir», de forma ambientalmente sustentável a longo prazo.

Fonte: RTP

Um possível recurso para Ambiente e Sustentabilidade –  UC2!

Posted by Rosário santos

Novas Oportunidades – Aprender Compensa…

Há muitas competências que adquirimos na escola, mas isso não acontece com a maior parte das nossas competências. É a vida que nos ensina. Quanto mais rica for a nossa experiência de vida, mais reforçamos as nossas competências. Por isso é que aprendemos ao longo da vida.

Reconhecer, Validar e Certificar é um processo que permite a cada um(a) de nós, pela apresentação dos resultados significativos da nossa experiência, reconhecer competências que fomos adquirindo ao longo da vida, permitindo, posteriormente, que sejam Validadas e Certificadas.

Veja aqui o vídeo de campanha.

Rosário Santos

Aprendizagem ao longo da vida

Competências essenciais
Actualmente, nos processos de aprendizagem ao longo da vida, a aprendizagem informal tem de estar no centro dos processos, já que as dinâmicas das sociedades contemporâneas favorecem, exigem e desafiam as pessoas a desenvolverem, quotidianamente, novas aprendizagens.

No  âmbito da aplicação do programa de trabalho «Educação e Formação para 2010»,  foi elaborado um relatório intercalar, pelo  Conselho Europeu  e pela Comissão Europeia, referente às evoluções e progressos registados no período 2007- 2009, nos vários Estados-Membros. O relatório incidiu sobre um conjunto de competências, consideradas essenciais para aprendizagem ao longo da vida. Foram identificados novos desafios que se colocam a uma Europa em contexto de crise,  que exige novas competências e  qualificações.

Competências essenciais para um mundo em evolução

Assim, o quadro europeu de competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida, identifica e define oito competências essenciais necessárias à realização pessoal, à cidadania activa, à coesão social e à empregabilidade na sociedade do conhecimento:


1) comunicação na língua materna;

2) comunicação em línguas estrangeiras;

3) competência matemática e competências básicas em ciências e tecnologia;

4) competência digital;

5)aprender a aprender;

6) competências sociais e cívicas;

7) espírito de iniciativa e espírito empresarial;

8) sensibilidade e expressão culturais.


O ensino básico e a formação devem oferecer a todos os jovens, incluindo os desfavorecidos, os meios para desenvolverem as suas competências essenciais a um nível que os prepare para a vida adulta e que constitua uma base para a aprendizagem futura e para a vida profissional.
A educação de adultos e a formação devem propiciar a todos os adultos oportunidades reais de desenvolvimento e actualização das suas competências essenciais ao longo da vida.

Consulte o documento na íntegra em: Relatório do programa de trabalho «Educação e Formação para 2010»

Marília Teixeira